POR QUE INVESTIR EM PREVIDÊNCIA PRIVADA? – Por SENZALA

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Categoria: Dicas e Fatos

segunda-feira, 16 de março de 2015

Por que investir em previdência privada?

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By Freedigitalphotos

Conheça as cinco razões para aplicar na modalidade num cenário de alta da taxa de juros e da inflação.

Alta da taxa de juros e da inflação. Esse é o retrato do atual momento econômico brasileiro. Diante desse cenário, vale a pena investir em previdência privada? Quais os planos mais atraentes? Listamos abaixo cinco motivos para investir nessa aplicação financeira, com orientações para garantir rentabilidade e baixo risco.

1 - Quais as principais diferenças da previdência privada em relação à poupança?

A rentabilidade na previdência privada é historicamente superior à da poupança. Outra diferença é que na primeira, a remuneração é diária, enquanto na segunda é por períodos fechados, geralmente, mensal. Em fevereiro desse ano, os fundos de Renda Fixa renderam 0,8% a 1%, enquanto a poupança rendeu 0,52% isso no curto prazo. A previdência privada também apresenta características de investimento diferentes. Pode-se ser mais agressivo e investir em papéis diferentes para tentar buscar uma rentabilidade maior ou mais conservador e optar por Renda Fixa. A orientação é optar por fundos com taxa de administração mais baratas que vão dar uma rentabilidade maior. Outra diferença é que na poupança o resgate pode ser feito a qualquer momento. Já na previdência privada é necessário fazer uma solicitação para a seguradora e aguardar alguns dias para o rendimento ser creditado na conta. Além disso, na previdência privada há um prazo de movimentação de 60 dias, que é a carência do plano. A vantagem da previdência privada é a portabilidade, em que o cliente pode mudar de operadora no momento que achar oportuno, e a segurança, já que as seguradoras são obrigadas a prestar contas anualmente para a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e dispor de uma reserva técnica para administrar a carteira.

2 - Nesse cenário de alta de juros e inflação, que fundos de previdência privada são mais atrativos para o investidor? Explique o porquê e forneça números.

A opção por fundos de Renda Fixa na previdência privada é mais atrativa porque, em sua maioria, eles têm a sua composição em títulos pré-fixados e pós-fixados, além de planos com características de índice, alguns deles indexados pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), como o IMA-B e IMA-B 5+, bastante oportunos nesse momento. Como a taxa de juros está subindo, surfa-se na onda para aumentar a rentabilidade. Ainda nesse contexto, os títulos com juros pré-fixados, para investimento no curto prazo, são mais interessantes.

3 - Há uma expectativa de liberalização das regras da previdência privada para esse ano, inclusive com permissão de investimento no exterior. Que vantagens trariam ao investidor?

Isso ainda está em estudo, mas haveria uma flexibilidade em colocar o dinheiro em câmbio, em moeda estrangeira, para aumentar a rentabilidade. Mas é complexo falar disso em previdência privada, até porque a própria Susep e a legislação entendem que a previdência privada é em sua essência um mecanismo de complementação da aposentadoria, demandando uma preocupação das reservas dos clientes. A medida traria benefícios para o investidor qualificado, em termos de ampliação das possibilidades de fundos. Já para o varejo de forma geral, ele está mais acostumado à Renda Fixa.

4 - Para quem tem aplicação em fundos mais conservadores da previdência privada, quais os prós e os contras em migrar para planos mais agressivos?

Como as ações na Bolsa de Valores estão em baixa, uma migração seria favorável enquanto possibilidade de tentar comprar ações nessa baixa, dentro do limite de 49% da previdência privada, para vender na alta e tentar obter uma rentabilidade maior no futuro. O contra seria o risco dessa operação.

5 - Ainda para quem tem aplicações mais conservadoras, investir em papéis privados ou em títulos de prazos maiores é uma boa alternativa? Por quê?

Talvez essa seja uma boa alternativa. Mas considerando um perfil mais conservador, é interessante manter-se nos títulos de Renda Fixa, em papéis do governo com composição de índice ou IPCA. Seria uma opção migrar para um fundo de crédito privado, que foi muito bem no ano passado, mas numa situação de alta da taxa de juros, ficar em títulos públicos é mais vantajoso.

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