A GLOBALIZAÇÃO - UMA EXPLICAÇÃO – Por Nívio Terra (*)

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Categoria: Dicas e Fatos

(Imagem=veja.abril.com.br)


A globalização talvez seja a palavra mais invocada nos últimos tempos, em decorrência das consequências causadas às nações, de um modo geral e aos cidadãos, em particular.

Numa rápida pesquisa feita aos dicionaristas, encontramos conceitos bastante interessantes. Houaiss, por exemplo, explica que, em economia política, entende-se por globalização a “integração cada vez maior das empresas transnacionais, num contexto mundial de livre-comércio e de diminuição da presença do Estado, em que empresas podem operar simultaneamente em muitos países diferentes e explorar em vantagem própria as variações nas condições locais”.

O que as organizações pretendem nos mercados é a execução de atos visando chegar à frente dos concorrentes.

Percebemos que a tal globalização é fruto do recebimento e da leva de notícias ou da prática de atos com a maior celeridade possível.

A globalização, para Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central, “é um fenômeno de múltiplas dimensões, mas quando se trata de apontar suas características estritamente econômicas ela se confunde com o que os economistas chamam de integração econômica”.

Não se trata, portanto, de uma atitude apenas moderna de alguém, propondo-se a avançar sobre outrem. A globalização, como ato decorrente da procura rápida de soluções pessoais ou para negócios, sempre existiu na mente e por busca do ser humano.

No passado, as tribos venciam as distâncias e se comunicavam através de arremessos intermitentes de fumaça ou por meio de uma variada sonoridade de tambores. E dessa forma levavam suas ordens e desejos aos vizinhos distantes. Certamente cada qual deveria contar com um particular código Morse, para que os inimigos não participassem da conferência.

Conta a história que um dos maiores e influentes banqueiros do mundo, Nathan Rothschild, possuía uma sofisticada rede de informações. Naquela época, os donos do dinheiro, além de financiar obras públicas de vulto, também sustentavam guerras entre nações ou por elas regiam seus negócios. Pois bem, a família Rothschild foi a primeira a saber da derrota de Napoleão, utilizando-se de um sistema de mensageiros, antecessor, talvez, dos atuais “malotes”.

As notícias eram levadas com a utilização de um código secreto com base no idioma ídiche. Dessa forma, Nathan acompanhava o desenrolar do conflito napoleônico, vindo a saber, em primeira mão, que Wellington conseguira a vitória de Waterloo.

Ainda segundo a história, oficialmente Nathan teria comunicado o fato às autoridades, que não se convenceram do relatado. Mas, também dizem que, para o mercado, a notícia do resultado fora o inverso, levando o pânico aos nobres ingleses: seus bens acabaram sendo adquiridos por preços ínfimos e, mais tarde, revendidos com o devido lucro das pessoas bem informadas.

Nessas passagens, estão relatados alguns feitos da globalização praticada a cada tempo. Mas ela continua, como decorrência da transmissão veloz, através da telefonia por fibra ótica ou da Internet de banda larga. Tudo isso representa o envio do conhecimento com ligeireza ímpar.

HOJE, NÃO VALE SER A MAIOR EMPRESA.

HÁ NECESSIDADE DE SER A MAIS RÁPIDA.

Como constata Joelmir Betting (in memoriam),

“A GLOBALIZAÇÃO VEIO NA GARUPA DA

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO",

e, sem dúvida alguma, métodos com maior sofisticação continuarão sempre a trazer conhecimento ao homem ágil que busca o sucesso.

O que vale é chegar rapidamente à última novidade.

Essa é a característica fundamental da globalização.

(*) Nívio Terra, advogado, consultor pessoal

e Curador do Portal do Sócio e da Sociedade.

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